Leandro Grass (PT) negou, neste domingo (11), ter responsabilidade pela distribuição de panfletos com o número errado da governadora Celina Leão (PP). A adversária acusou o PT de espalhar materiais com o número 22, enquanto o número correto de sua candidatura é 11. Em nota, a campanha de Grass repudiou as acusações e afirmou que não há evidências que comprovem o envolvimento da coligação.
“A campanha e os partidos que formam a coligação não têm qualquer responsabilidade sobre esse material e repudiam as acusações sem evidências que as comprovem. Estamos fazendo uma campanha limpa e respeitando a legislação”.
O comunicado ocorreu durante a agenda de Grass na Feira Azul, no Gama, neste domingo. O candidato conversou com apoiadores e abordou demandas da região, como habitação, lazer e recuperação de espaços públicos.
Entre as propostas apresentadas, Grass prometeu reabrir o Cine Itapuã, recuperar a Prainha e ampliar os espaços culturais e esportivos da cidade. Na área de habitação, afirmou que pretende ampliar as parcerias com cooperativas e construir novas moradias populares.
A movimentação ocorreu durante a agenda de Grass na Feira Azul, no Gama, neste domingo. O candidato conversou com apoiadores e abordou demandas da região, como habitação, lazer e recuperação de espaços públicos. “Nós vamos reabrir todos os lugares fechados e implementar novos equipamentos culturais, de lazer e de atividade esportiva para a população poder também ter, ao final de semana, um tempo com a família com qualidade”.
Entre as propostas apresentadas, Grass prometeu reabrir o Cine Itapuã e recuperar a Prainha, espaço tradicional de lazer e contato com a natureza na região.
Na área de habitação, o candidato afirmou que pretende ampliar as parcerias com cooperativas e construir novas moradias populares. “Nós vamos ampliar a parceria com as cooperativas, construir novas habitações sociais, fazer com que quem está na fila da Codhab saia e tenha acesso à moradia própria”.
Grass também mencionou o tempo de espera das famílias pelo acesso à casa própria. Segundo ele, há pessoas que aguardam de 10 a 15 anos na fila e pretende atender com mais autonomia essas pessoas e regularizar a situação.
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